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Alterações Climáticas e Eficiência Energética

À Agência Portuguesa do Ambiente - APA cabe propor, desenvolver e acompanhar a execução das políticas de ambiente, nomeadamente no domínio da qualidade do ar, mas também do combate às alterações climáticas, proteção da camada do ozono, prevenção e controlo integrados da poluição, entre outros. Portanto, a APA é a entidade nacional responsável pela coordenação e implementação da estratégia nacional para a melhoria da qualidade do Ambiente. Neste contexto, foi definida a estratégia nacional para a avaliação da qualidade do ar e a criação de um sistema nacional de informação sobre qualidade do ar e de um sistema de previsão da qualidade do ar. Existem vários instrumentos de politica de Ambiente que podem ser consultados no site da APA.

O termo “clima” corresponde a um padrão dos diversos elementos meteorológicos que ocorrem na atmosfera da Terra, tais como a temperatura, precipitação, vento, humidade e a pressão do ar. De acordo com o Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), é geralmente definido como ' tempo meteorológico médio ' ou, mais precisamente, como a descrição estatística de quantidades relevantes de mudanças do tempo meteorológico num período de tempo, que vai de meses a milhões de anos, sendo o período clássico de 30 anos. Essas quantidades são geralmente variações de superfície como temperatura, precipitação e vento.

Atualmente existe consenso científico sobre o facto de o homem ter responsabilidade sobre a alteração dos fenómenos climáticos: por exemplo, a queima de combustíveis fósseis (como o carvão e o petróleo), os fogos florestais, alterações do uso do solo, transportes e deposição em aterro são algumas das fontes de GEE. Por isso, é necessário intervir no sentido de diminuir a nossa vulnerabilidade face aos efeitos destes fenómenos. Neste sentido, há dois grandes tipos de medidas que se podem tomar, face às alterações climáticas:

as de mitigação ou redução das emissões de GEE;

as de adaptação ou de prevenção dos efeitos de fenómenos de alteração climática, que procuram minimizar os seus impactos negativos.

Em Portugal foi já aprovada a Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas – ENAAC (Resolução do Conselho de Ministros n.º 24/2010). As principais áreas de intervenção foram identificadas na Estratégia de Adaptação da Agricultura e da Florestas às Alterações Climáticas

Para mais informações, poderá ser consultado o portal Europa, o site da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

A instalação e/ou a utilização de fontes de energia renováveis constitui um modo de contribuir para a redução das emissões de GEE. Neste contexto, inúmeras atividades se podem desenvolver e atitudes se podem tomar: desde a instalação de pastagens permanentes biodiversas, a instalação de painéis solares ou de turbinas destinadas à produção de energia eólica, até à utilização de veículos movidos a energia elétrica, à utilização de lâmpadas economizadoras, passando pela seleção do equipamentos a adquirir no sentido de selecionar os que têm maior eficiência na utilização da energia. Inclusivamente, qualquer consumidor de energia elétrica pode‑se tornar microprodutor e chegar a vender a energia produzida para a rede pública (consultar site da EDP). 

Mais informação:

No âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), poderão existir apoios a iniciativas integradas neste contexto, dependendo da situação particular e da região do país em causa (ver site do QREN).

Projetos (a título de exemplo) nas áreas agricultura e alterações climáticas : Projeto Pastagens Semeadas Biodiversas, F:ACTS! e SIAM.