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Culturas Energéticas

As culturas energéticas, à excepção do cânhamo, destinam-se à produção de produtos energéticos, cujo destino principal é a produção de produtos considerados biocombustíveis e energia eléctrica e térmica produzida a partir de biomassa. Dos biocombustíveis, destacamos o Biodiesel, produzido a partir de oleaginosas como o girassol, a colza, o cardo ou a soja, e o Bioetanol, produzido a partir de amiláceas – culturas onde é possível extrair amido – tais como o trigo, o milho, a batata, etc.

A atenção dos consumidores, nos últimos anos, em escolher alimentos aliados à melhoria da saúde e bem-estar impulsionaram fortemente a investigação na qualidade nutricional e dietética dos pequenos frutos, à colheita e pós-colheita, e nos efeitos benéficos na prevenção de doenças humanas.

A utilização deste tipo de culturas e o estabelecimento da respectiva indústria de transformação podem contribuir substancialmente para criar novos mercados para a agricultura e promover o desenvolvimento rural criando postos de trabalho, aumentando o rendimento dos agricultores e contribuindo para o auto-abastecimento energético a nível das comunidades rurais.

Os biocombustíveis contribuem, em termos de política energética, para diversificação das fontes, segurança energética, diminuição da dependência do exterior e redução das emissões de gases com efeito de estufa, têm igualmente como objetivos a criação de novos mercados e fontes de rendimento para os produtos agro-florestais e de oportunidades de emprego nas zonas rurais contribuindo para um desenvolvimento rural sustentável.

Para mais informação consultar:

Direção Geral de Energia e Geologia (No menu lateral consultar: Áreas Setoriais»Energias Renováveis»Biocombustíveis)

BFIN - Bioenergy Feedstock Information